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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Tipos de Mapas



Mapas são representações gráficas feitas geralmente em uma superfície plana (como papel), com a finalidade de apresentar informações da realidade; eles fazem parte da humanidade desde os tempos remotos.

Essas representações do espaço geográfico se tornaram mais difundidas a partir da necessidade de tornar o trajeto das viagens mais seguro, como as caravanas mercantis, por exemplo.

Praticamente todas as características do espaço geográfico podem ser representadas em um mapa. No entanto, tais características não podem ser colocadas em uma única carta cartográfica, pois sua compreensão fica confusa e comprometida. Diante disso, os cartógrafos criaram mapas que abordam temas específicos, dando origem aos mapas temáticos. São eles: mapa político, físico, econômico e histórico.

Mapa Político: esse tipo de representação tem como objetivo explicitar as divisões territoriais, ou seja, as fronteiras entre continentes, países, estados e até municípios, enfatizando que as mesmas são criações humanas. Nesse tipo de mapa, é comum encontrarmos símbolos, como linha ( — ), para demonstrar fronteiras; e ponto ( • ), para indicar cidades.

Mapa político do Brasil representando as regiões, estados e capitais.

Mapa Físico: são elaborados para informar aspectos naturais (relevo, clima, vegetação, hidrografia) de um determinado continente, subcontinente, país, estado e município.

Mapa físico que traz informações sobre o relevo da América do Sul.

Mapas Econômicos: representação cartográfica criada para informar as riquezas de um determinado lugar (continente, subcontinente, país, estado e município). Expressam onde estão localizadas as principais jazidas minerais, além de informar sobre as produções agropecuárias, industriais e de serviços.

Mapa econômico que mostra a produção de algodão herbáceo em distintos pontos do Brasil.

Mapas Históricos: tipo de representação cartográfica que informa sobre aspectos que aconteceram no passado, como, por exemplo, a floresta Amazônica em 1970, a expansão de um território sobre o outro em períodos de expansionismo espacial, entre outros.

Mapa histórico que mostra as divisões estipuladas pelo Tratado de Tordesilhas.

Por Wagner De Cerqueira E Francisco

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

História do livro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 


A história do livro é uma história de inovações técnicas que permitiram a melhora da conservação dos livros e do acesso à informação, da facilidade em manuseá-lo e produzi-lo. Esta história é intimamente ligada às contingências políticas e econômicas e à história de idéias e religiões. 

Antiguidade


Na Antiguidade surge a escrita, posteriormente ao texto e ao livro. A escrita consiste de código capaz de transmitir e conservar noções abstratas ou valores concretos, em resumo: palavras. É importante destacar aqui que o meio condiciona o signo, ou seja, a escrita foi em certo sentido orientada por esse tipo de suporte; não se esculpe em papel ou se escreve no mármore.

Os primeiros suportes utilizados para a escrita foram tabuletas de argila ou de pedra. A seguir veio okhartés (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido), que consistia em um cilindrode papiro, facilmente transportado. O "volumen" era desenrolado conforme ia sendo lido, e o texto era escrito em colunas na maioria das vezes (e não no sentido do eixo cilíndrico, como se acredita). Algumas vezes um mesmo cilindro continha várias obras, sendo chamado então de tomo. O comprimento total de um "volumen" era de c. 6 ou 7 metros, e quando enrolado seu diâmetro chegava a 6 centímetros.

O papiro consiste em uma parte da planta, que era liberada, livrada (latim libere, livre) do restante da planta - daí surge a palavra liber libri, em latim, e posteriormente livro em português. Os fragmentos de papiros mais "recentes" são datados do século II a.C..

Aos poucos o papiro é substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais. A vantagem do pergaminho é que ele se conserva mais ao longo do tempo. O nome pergaminho deriva dePérgamo, cidade da Ásia menor onde teria sido inventado e onde era muito usado. O "volumen" também foi substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas, não mais um rolo. O códex surgiu entre os gregos como forma de codificar as leis, mas foi aperfeiçoado pelos romanos nos primeiros anos daEra Cristã. O uso do formato códex (ou códice) e do pergaminho era complementar, pois era muito mais fácil costurar códices de pergaminho do que de papiro.

Uma conseqüência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.

A consolidação do códex acontece em Roma, como já citado. Em Roma a leitura se dava tanto em público (para a plebe), evento chamado recitatio, como em particular, para os ricos. Além disso, é muito provável que em Roma tenha surgido pela primeira vez a leitura por lazer (voluptas), desvinculada do senso prático que a caracterizara até então. Os livros eram adquiridos em livrarias. Assim aparece também a figura do editor, com Atticus, homem de grande senso mercantil. Algumas obras eram encomendadas pelos governantes, como a Eneida, encomendada a Virgílio por Augusto.

Acredita-se que o sucesso da religião cristã se deve em grande parte ao surgimento do códice, pois a partir de então tornou-se mais fácil distribuir informações em forma escrita .



Idade Média


Na Idade Média o livro sofre um pouco, na Europa, por causa do excessivo fervor religioso, e passa a ser considerado em si como um objecto de salvação. A característica mais marcante da Idade Média é o surgimento do monges copistas, homens dedicados em período integral a reproduzir as obras, herdeiros dos escribas egípcios ou dos libraii romanos. Nos monastérios era conservada a cultura da Antiguidade. Apareceram nessa época os textos didáticos, destinados à formação dos religiosos.

O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.

Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias. Foi em 1405surgia na China, por meio de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a técnologia que provocaria uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.


Idade Moderna


Na Idade Moderna, no Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveisreutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim. Houve certa resistência por parte dos copistas, pois a impressora punha em causa a sua ocupação. Mas com a impressora de tipos móveis, o livro popularizou-se definitivamente, tornando-se mais acessível pela redução enorme dos custos da produção em série.

Com o surgimento da imprensa desenvolveu-se a técnica da tipografia, da qual dependia a confiabilidade do texto e a capacidade do mesmo para atingir um grande público. As necessidades do tipo móvel exigiram um novo desenho de letras; caligrafias antigas, como a Carolíngea, estavam destinadas ao ostracismo, pois seu excesso de detalhes e fios delgados era impraticável, tecnicamente.

Uma das figuras mais importantes do início da tipografia é o italiano Aldus Manutius. Ele foi importante no processo de maturidade do projeto tipográfico, o que hoje chamariamos de design gráfico ou editorial. A maturidade desta nova técnica levou, entretanto, cerca de um século.

Na idade Moderna aparecem livros cada vez mais portáteis, inclusive os livros de bolso. Estes livros passam a trazer novos gêneros: o romance, a novela, os almanaques.





Idade Contemporânea
Enciclopédia

Na Idade Contemporânea, cada vez mais aparece a informação não-linear, seja por meio dos jornais, seja da enciclopédia. Novas mídias acabam influenciando e relacionando-se com a indústria editoral: os registros sonoros, a fotografia e o cinema. O acabamento dos livros sofre grandes avanços, surgindo aquilo que conhecemos como edições de luxo.


Livro eletrônico
E-Book


Em fins do século XX surgiu o livro eletrônico, ou seja, o livro num suporte eletrônico, o computador. Ainda é cedo para dizer se o livro eletrônico é um continuador do livro típico ou uma variante, mas como mídia ele vem ganhando espaço, o que de certo modo amedronta os amantes do livro típico - os bibliófilos.

Existem livros eletrônicos disponíveis tanto para computadores de mesa quanto para computadores de mão, os PDAs. Uma dificuldade que o livro eletrônico encontra é que a leitura num suporte de papel é cerca de 1,2 vez mais rápida do que em um suporte eletrônico, mas pesquisas vêm sendo feitas no sentido de melhorar a visualização dos livros eletrônicos.


FEBVRE, Lucien. O aparecimento do livro. São Paulo : Unesp, 1992.
KATZENSTEIN, Ursula. A origem do livro. Sao Paulo : Hucitec, 1986.
THIOLLET, Jean-Pierre. Je m'appelle Byblos, Paris : H & D, 2005
SCORTECCI, João. Guia do Profissional do Livro. São Paulo : scortecci, 2007



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Bandeira do Brasil e suas estrelas !

Hum, cada estrela é um estado, então não vale sair desenhando estrelas a torto e a direito e falar que ta igual na bandeira ^^


Epispadia

Eu estava lendo o livro Nossas Crianças, volume 6 (editor Victor Civita/ Abril cultural) , quando me deparei com dois temos que nunca antes ouvira falar : hipospádias e epispádia.mesmo sem saber o que era eu sabia que era importante procurar informações, eu resolvi procurar pelo assunto aqui na web. Achar informações sobre hipospadia foi fácil, mas quando busquei por epispadia não encontrei muita informação (e já estava sentindo enjoo de olhar pra imagens desagradáveis). Mas o que achei vou deixar aqui pra vocês também aprenderem um pouco sobre o assunto.



Epispádia (fonte Urologia Eliseu Denadai, disponivel em 
http://www.urologia.com.br/asp/d_urologia.asp?Codigo=13778 )

É uma malformação congênita caracterizada por uma aplasia parcial ou total da face superior da uretra. É muito rara (um caso para cada 30 ou 100 mil nascimentos). Afeta principalmente o sexo masculino; porém, também acomete o feminino (5:1). Quando temos a aplasia parcial, origina-se a epispádia balânica ou peniana e quando a aplasia é completa encontramos as epispádias penopubianas e subpubianas. Estes casos são mais graves e mais freqüentes, geralmente associadas a incontinência urinária, devido a aplasia ou hipoplasia do esfíncter estriado.







O tratamento é diferente, dependendo da presença ou não da incontinência; porém, é sempre cirúrgico.




E  em Midipéia_conteúdos da saúde :

"A epispadia é uma malformação congénita pouco frequente em que a abertura da uretra, em vez de estar situada na ponta da glande, se encontra na face superior do pénis. A localização anómala do meato uretral é variável, pois embora se situe, na maioria dos casos, próximo da glande ou sobre o corpo do pénis, nos casos extremos, localiza-se na raiz do pénis ou constitui uma abertura que liga directamente a bexiga ao exterior.
O tratamento, realizado na infância, consiste numa intervenção de cirurgia plástica, através da qual se deve reconstruir a uretra e dar-se ao pénis a forma apropriada para que se possa manter relações sexuais satisfatórias na idade adulta. "

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Um português fracassado

Volta e meio eu encontro alguma placa ou cartaz com a informação escrita de maneira peculiar ( erro na grafia).
Podemos rir em certos ocasiões desse tipo de acontecimento, mas é importante lembrar que, mais do que por um mero descuido, o erro pode ter acontecido por que as pessoas não sabem mesmo a forma correta de grafar as palavras. Talvez não seja o caso de rir , mas sim de se preocupar mais com a educação.

refrigerante grafado com "J" no lugar de "G" e cerveja sem o E
objetos grafado com "i" e usados grafado com "z" no lugar de "s"



Eu trouxe algumas plaquinhas que encontrei na região (eu sei de outras , mas não me atrevi a fotografa-las - mas já encontrei idratante/ hidratante; execulto/ executo; selve serve/ Self-service e fejoada/ feijoada).


sábado, 2 de julho de 2011

PARÁFRASE, PERÍFRASE, SÍNTESE E RESUMO



1. Paráfrase:Paráfrase é a reprodução explicativa de um texto ou de unidade de um texto, por meio de uma linguagem mais longa. Na paráfrase sempre se conservam basicamente as idéias do texto original. O que se inclui são comentários, idéias e impressões de quem faz a paráfrase. Na escola, quando o professor, ao comentar um texto, inclui outras idéias, alongando-se em função do propósito de ser mais didático, faz uma paráfrase.Parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as idéias centrais de um texto. O leitor deverá fazer uma leitura cuidadosa e atenta e, a partir daí, reafirmar e/ou esclarecer o tema central do texto apresentado, acrescentando aspectos relevantes de uma opinião pessoal ou acercando-se de críticas bem fundamentadas. Portanto, a paráfrase repousa sobre o texto-base, condensando-o de maneira direta e imperativa. Consiste em um excelente exercício de redação, uma vez que desenvolve o poder de síntese, clareza e precisão vocabular. Acrescenta-se o fato de possibilitar um diálogo intertextual, recurso muito utilizado para efeito estético na literatura moderna.fonte: http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/parafrase

2. Perífrase:O povo lusitano foi bastante satirizado por Gil Vicente.Utilizou-se a expressão "povo lusitano" para substituir "os portugueses". Esse rodeio de palavras que substituiu um nome comum ou próprio chama-se perífrase.Perífrase é a substituição de um nome comum ou próprio por um expressão que a caracterize. Nada mais é do que um circunlóquio, isto é, um rodeio de palavras.Outros exemplos: astro rei (Sol) | última flor do Lácio (língua portuguesa) | Cidade-Luz (Paris) Rainha da Borborema (Campina Grande) | Cidade Maravilhosa (Rio de Janeiro).fonte: http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/perifrase
3. Síntese:A síntese de texto é um tipo especial de composição que consiste em reproduzir, em poucas palavras, o que o autor expressou amplamente. Desse modo, só devem ser aproveitadas as idéias essenciais, dispensando-se tudo o que for secundário.Procedimentos:Leia atentamente o texto, a fim de conhecer o assunto e assimilar as idéias principais;Leia novamente o texto, sublinhando as partes mais importantes, ou anotando à parte os pontos que devem ser conservados;Resuma cada parágrafo separadamente, mantendo a seqüência de idéias do texto original;Agora, faça seu próprio resumo, unindo os parágrafos, ou fazendo quaisquer adaptações conforme desejar;Evite copiar partes do texto original. Procure exercitar seu vocabulário. Mantenha, porém, o nível de linguagem do autor;Não se envolva nem participe do texto. Limite-se a sintetizá-lofonte: http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/sintese
4. Resumo:Ler não é apenas passar os olhos no texto. É preciso saber tirar dele o que é mais importante, facilitando o trabalho da memória. Saber resumir as idéias expressas em um texto não é difícil. Resumir um texto é reproduzir com poucas palavras aquilo que o autor disse.Para se realizar um bom resumo, são necessárias algumas recomendações:Ler todo o texto para descobrir do que se trata.Reler uma ou mais vezes, sublinhando frases ou palavras importantes. Isto ajuda a identificar.Distinguir os exemplos ou detalhes das idéias principais.Observar as palavras que fazem a ligação entre as diferentes idéias do texto, também chamadas de conectivos: "por causa de", "assim sendo", "além do mais", "pois", "em decorrência de", "por outro lado", "da mesma forma".Fazer o resumo de cada parágrafo, porque cada um encerra uma idéia diferente.Ler os parágrafos resumidos e observar se há uma estrutura coerente, isto é, se todas as partes estão bem encadeadas e se formam um todo.Num resumo, não se devem comentar as idéias do autor. Deve-se registrar apenas o que ele escreveu, sem usar expressões como "segundo o autor", "o autor afirmou que".O tamanho do resumo pode variar conforme o tipo de assunto abordado. É recomendável que nunca ultrapasse vinte por cento da extensão do texto original.Nos resumos de livros, não devem aparecer diálogos, descrições detalhadas, cenas ou personagens secundárias. Somente as personagens, os ambientes e as ações mais importantes devem ser registrados. fonte: http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/resumo
acesso em : 02/07/2011

sábado, 25 de junho de 2011

MISSÃO, VISÃO E VALORES.


MISSÃO, VISÃO E VALORES.
O Conjunto formado pela Missão, Visão e Valores representa a identidade Organizacional.
Missão: É a finalidade da existência de uma organização. È aquilo que dá direção e significado a essa existência. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais, amos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.
Visão: É o sonho da organização. É aquilo que se espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano, uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência. Normalmente é um prazo longo (pelo menos, 5 anos). Jamais confundir Missão e Visão: a Missão é algo perene, sustentável enquanto a Visão é mutável por natureza, algo concreto a ser alcançado. A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa, de modo que todos a sintam.
Valores: Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral.

Riachuelo:
Missão, Visão e Valores
Missão: proporcionar, a cada vez mais pessoas, as condições de se expressar através da Moda.
Visão: liderar o mercado nacional de moda, em um cenário predominantemente formal.
Valores: Ética e Respeito; Solidez Financeira; Austeridade Administrativa; Meritocracia; Aperfeiçoamento Constante; Responsabilidade Social; Servir ao Cliente; Governança Corporativa; Atitude Vendedora.
Fonte: http://www.mzweb.com.br/guararapes/web/conteudo_pt.asp?idioma=0&tipo=19887&conta=28

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Sansung:

Nossa Visão

A Samsung é guiada por uma visão singular: liderar a revolução da convergência digital.
Acreditamos que através da inovação tecnológica hoje, encontraremos as soluções de que precisamos para enfrentar os desafios de amanhã. Com a tecnologia, surgem oportunidades, tanto para o crescimento dos negócios e para que cidadãos em mercados emergentes prosperem explorando a economia digital quanto para que as pessoas inventem novas possibilidades.
Nossa meta é desenvolver tecnologias inovadoras e processos eficientes que criam novos mercados, enriquecem a vida das pessoas e permitem que a Samsung continue a ser um líder de mercado de confiança.

Nossa Missão

Tudo o que fazemos na Samsung é orientado por nossa missão: ser a melhor "empresa de soluções digitais".
A Samsung se transformou em uma corporação global ao enfrentar os desafios diretamente. Nos próximos anos, nosso dedicado pessoal continuará a encarar muitos desafios e apresentar idéias criativas para o desenvolvimento de produtos e serviços líderes em seus mercados. Sua engenhosidade continuará a traçar o rumo da Samsung como uma corporação global responsável e lucrativa.


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Quem Somos: A BgmRodotec é uma empresa de tecnologia e soluções para gestão de empresas do segmento de transporte de cargas. A expertise da BgmRodotec concentra-se no desenvolvimento, implantação, treinamento e consultoria do Globus®.
Missão:
Atuar de forma pró-ativa, evoluindo sempre o nosso produto principal e desenvolvendo novas soluções acompanhem o ambiente de mudança e transformação da sociedade, trazendo vantagem competitiva clientes e o bem-estar de nossos empregados, colaboradores e da comunidade onde atuamos.
Visão:
Buscar a excelência para ser o melhor fornecedor de soluções de negócio integradas e tecnologia da informação nosTransportes de passageiros e de carga.

Fonte: http://pt.scribd.com/doc/7532421/vISAO-MISSAO


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Pequisa Cientifica

Este trabalho eu apresentei pra Unopar este mês. 



Quando falamos em pesquisa logo me vem a cabeça os tempos de colégio, os trabalhos em grupos e as visitas a biblioteca para buscar informações. That’s the question! Eu exclamei lendo o livro da disciplina de pesquisa, eis a questão! Foi nesse livro que encontrei as perguntas que fundamentam a pesquisa: “o que conhecer”, apontando o objeto da pesquisa; “por que conhecer”, apontando a motivação da pesquisa; “para que conhecer”, indicando o objetivo; “como”, apontando a metodologia; “com quê”, apresentando as ferramentas da pesquisa e “onde”, indicando o espaço utilizado e analisado na pesquisa. Estas perguntas definem os parâmetros da pesquisa. Assim como na definição de Moreira: “Pesquisa científica é um processo de busca, tratamento e transformação de informações, levado a efeito segundo determinadas regras fornecidas pela Metodologia da Pesquisa.” (Moreira, 1999)
Dividimos a pesquisa cientifica em duas vertentes: a quantitativa e a qualitativa. Na primeira nomenclatura vemos a pesquisa que busca resultados pela analise das quantidades, dos números, na segunda vemos a pesquisa que se aprofunda buscando resultado na resposta dos das causas, das motivações que induzem as problemáticas. Dentro destes dois tipos de pesquisa nos desdobramos em classificações quanto ao método de pesquisa, a forma na qual ela foi feita. Em alguns casos veremos que o pesquisador interage diretamente com o objeto da pesquisa em outros casos atua apenas como observador e também veremos pesquisas que possuem aspectos tanto quantitativos como qualitativos.
É importante frisar que a pesquisa não é uma simples reflexão a respeito de uma problemática, mas sim o desenvolvimento dessa reflexão, que busca respostas e que analisa a fundo os paramentos da situação. Dessa forma agrega-se valor a pesquisa que segue os parâmetros determinados e que expõe de maneira clara e objetiva o tema a ser pesquisado e seus resultados. Quando vamos elaborar uma pesquisa, seja ela qualitativa ou quantitativa nós seguimos estes parâmetros. Inicialmente define-se o assunto da pesquisa, buscamos as fontes, elaboramos o projeto, analisamos os dados colhidos para buscar maior embasamento e enfim redigimos a pesquisa fundada nos materiais uteis que foram utilizados no desenvolvimento. Outra citação de Moreira deixa ainda mais claro a importância da pesquisa cientifica:
“A pesquisa científica assemelha-se a um jogo, que deve ser jogado dentro de certas regras; em parte, são estas regras que tornam delicado e por vezes complexo o treinamento do pesquisador. Trabalhos acadêmicos em geral, trabalhos de conclusão de curso (formatura), dissertações e teses necessitam de um orientador para acompanhar o pesquisador novato, pelas dificuldades criadas pela própria natureza da pesquisa. Fazer pesquisa científica não é um trabalho solto e descontraído, é um trabalho metódico, que deve caminhar dentro de certos preceitos e obedecer a certas regras, para que seja considerado de boa qualidade.” (Moreira, 1999).
Na segunda parte do livro nos foram apresentadas as normas da ABNT para formatação e apresentação dos trabalhos. De certa forma foi um dos conteúdos mais importantes aprendidos, levando-se em conta que devemos seguir sempre estas normas em todos os trabalhos, assim teremos de observa-las em todo período da faculdade e também quando nos formarmos, seja na busca por uma pós-graduação, mestrado ou mesmo doutorado.  Sabemos que em tudo na nossa vida, tanto acadêmica como também na pessoal precisamos de organização, assim são as normas da ABNT, organizam os trabalhos num perfil reconhecível e plausível. Lembrando a já citada pesquisa cientifica, para que esta seja valida e reconhecida ela precisa seguir normas de padronização, normas estas que a ABNT esclarece.
Referencia da citação: Revista Álvares Penteado, No. 2, julho/1999


REFERÊNCIAS

Cruz, Vilma aparecida Gimenes Da. Pesquisa em educação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

Referencia das citações: Revista Álvares Penteado, No. 2, julho/1999